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Flavio Barros

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Analise as frases e verifique se existe alguma que você costuma usar, se encontrar alguma que use convido você a começar a pensar um pouquinho, caso não encontre inconveniente em usar alguma delas, pode me chamar no direct ou menssage e conversamos um pouquinho. Um bom diálogo com pessoas abertas é sempre bem vindo. Amor, respeito e afeto é para todos.😍❤😍 Por mais empatia e abertura. @flaviobarros_psi @flaviobarros.black @beleza_poder_negro @poder_black @negrosblackpw @cachosecresposm @projeto_africaniza  

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E vou mais além:
Quantos negros frequentam os restaurantes e os clubes que você freque" - 1911696614919376608
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COMO ANDA A REPRESENTATIVIDADE? E vou mais além: Quantos negros frequentam os restaurantes e os clubes que você frequenta? Quantos negros protagonizam as novelas que você assiste? Por quanto médicos negros você já foi atendido? Quantos negros ocupam cargos de auta hierarquia na sua empresa? Com todos esses dados falar de representatividade, de políticas públicas que promovam a igualdade racial é bobagem? Será que a negação de dados (que fique claro, estamos falando de dados, não expeculações) não indica um racismo velado, um racismos negado, mas existente e potente? Será que não se ter abertura e empatia ao menos para buscar entender um contexto histórico, para entender o lugar de fala e tudo que vem com o discurso não indica algo incongruente nos críticos do discurso? @flaviobarros_psi @flaviobarros.black @beleza_poder_negro @poder_black @negrosblackpw @cachosecresposm @projeto_africaniza  

 image by Flavio Barros (@flaviobarros.psi) with caption : "Não permita que o racismo deixe a juventude negra para trás

No Brasil, sete em cada dez pessoas assassinadas são negras" - 1911676323270997986
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Não permita que o racismo deixe a juventude negra para trás No Brasil, sete em cada dez pessoas assassinadas são negras. Na faixa etária de 15 a 29 anos, são cinco vidas perdidas para a violência a cada duas horas. De 2005 a 2015, enquanto a taxa de homicídios por 100 mil habitantes teve queda de 12% para os não-negros, entre os negros houve aumento de 18,2%. A letalidade das pessoas negras vem aumentando e isto exige políticas com foco na superação das desigualdades raciais. Segundo pesquisa realizada pela Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (SEPPIR) e pelo Senado Federal, 56% da população brasileira concorda com a afirmação de que “a morte violenta de um jovem negro choca menos a sociedade do que a morte de um jovem branco”. O dado revela como os brasileiros têm sido indiferentes a um problema que deveria ser de todos. A campanha quer chamar atenção para o fato de que cada perda é um prejuízo para o conjunto da sociedade. Segundo dados recentemente divulgados pelo UNICEF, de cada mil adolescentes brasileiros, quatro vão ser assassinados antes de completar 19 anos. Se nada for feito, serão 43 mil brasileiros entre os 12 e os 18 anos mortos de 2015 a 2021, três vezes mais negros do que brancos. Entre os jovens, de 15 a 29, nos próximos 23 minutos, uma vida negra será perdida e um futuro cancelado. http://vidasnegras.nacoesunidas.org @flaviobarros_psi @flaviobarros.black @beleza_poder_negro @poder_black @negrosblackpw @cachosecresposm @projeto_africaniza @move.black 📽🎬🤳🏾      

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Como prometido neste mês da consciencia negra, postarei vídeos com temáticas racias dentr" - 1909815362436001968
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Ola video novooo. Link na Bio. Como prometido neste mês da consciencia negra, postarei vídeos com temáticas racias dentro do quadro não aceito seu preconceito do canal Vamos refletir no processo histórico de rejeição da estética negra, assim como a importância da desconstrução de padrões e aprendizados racistas estabelecidos culturalmente, tomando como base de análise, o filme felicidade por um fio. @flaviobarros_psi    

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Ola video novooo. Link na Bio. Como prometido neste mês da consciencia negra, postarei vídeos com temáticas racias dentro do quadro não aceito seu preconceito do canal Vamos refletir no processo histórico de rejeição da estética negra, assim como a importância da desconstrução de padrões e aprendizados racistas estabelecidos culturalmente, tomando como base de análise, o filme felicidade por um fio. @flaviobarros_psi @flaviobarros.black @beleza_poder_negro @poder_black @negrosblackpw @cachosecresposm @projeto_africaniza @move.black 📽🎬🤳🏾      

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Ola video novooo. Link na Bio. Como prometido neste mês da consciencia negra, postarei vídeos com temáticas racias dentro do quadro não aceito seu preconceito do canal Vamos refletir no processo histórico de rejeição da estética negra, assim como a importância da desconstrução de padrões e aprendizados racistas estabelecidos culturalmente, tomando como base de análise, o filme felicidade por um fio. @flaviobarros_psi      

 image by Flavio Barros (@flaviobarros.psi) with caption : "O Brasil é um país racista. A frase, dita em voz alta, pode até causar espanto no brasileiro desavisado, que acredita qu" - 1909169535174588857
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O Brasil é um país racista. A frase, dita em voz alta, pode até causar espanto no brasileiro desavisado, que acredita que vivemos em um paraíso racial. O racismo nacional é “maquiado”, resultado de uma miscigenação histórica, que criou um leque de tons de pele, misturou culturas, mas que não excluiu o racismo. O preconceito racial no país, existe e segue firme e forte entre estatísticas de desemprego, homicídios, falta de acesso à educação, criminalidade, diferenças de salários e oportunidades e até em fantasias de Carnaval. O racismo está nos dados A cada 100 pessoas vítimas de homicídio no Brasil, 71 são negras, informa o Atlas da Violência de 2017, estudo feito pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) junto com o Fórum Brasileiro de Segurança Pública. De acordo com o mesmo órgão, em 2015, dos quase 10 milhões de desempregados acima dos 16 anos, cerca de 2,7 milhões eram homens negros e 3,1 milhões eram mulheres negras, totalizando quase 6 milhões. A desigualdade continua em outros recortes. Enquanto o número de homicídios de mulheres brancas caiu 9,8%, entre 2003 e 2013, os homicídios de mulheres negras, no mesmo período, aumentaram 54,2%, segundo o Mapa da Violência de 2015,  pesquisa que também esmiúça o panorama nacional, passando de 1.864 para 2.875 vítimas. O mercado de trabalho também expõe suas diferenças. De acordo com o Retrato das Desigualdades de Gênero e Raça, produzido pelo Ipea, em 2015 a taxa de desocupação de mulheres negras era de 13,3% e a dos homens negros, 8,5%. Isso acaba sendo reflexo também da falta acesso à educação.  Entre 1995 e 2015, a população adulta branca, com 12 anos ou mais de estudo, duplicou de 12,5% para 25,9%. No mesmo período, a população negra com a mesma escolaridade, passa de 3,3% para 12%. Apesar do aumento, a disparidade ainda é grande, porque é importante lembrar que, no Brasil, 54% da população se autodeclara preta ou parda (que somadas são a população negra). Katarina Bandeira

 image by Flavio Barros (@flaviobarros.psi) with caption : "“O feminicídio representa a última etapa de um continuum de violência que leva à morte. Seu caráter violento evidencia a" - 1909161823468665625
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“O feminicídio representa a última etapa de um continuum de violência que leva à morte. Seu caráter violento evidencia a predominância de relações de gênero hierárquicas e desiguais. Precedido por outros eventos, tais como abusos físicos e psicológicos, que tentam submeter as mulheres a uma lógica de dominação masculina e a um padrão cultural de subordinação que foi aprendido ao longo de gerações”. Lourdes Bandeira, socióloga, pesquisadora e professora da Universidade de Brasília. @flaviobarros_psi @flaviobarros.black @beleza_poder_negro @poder_black @negrosblackpw @cachosecresposm @projeto_africaniza @move.black 📽🎬🤳🏾      

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Podemos explicar as cotas raciais por meio do conceito da equidade aristotélica. Aristóteles, o filósofo grego criou uma teoria que consiste em: tratar desigualmente os desiguais para se promover a efetiva igualdade. Se duas pessoas vivem em situações desiguais e forem concorrer nas mesmas condições, concretamente a desigualdade será perpetuada. As ações afirmativas seriam uma maneira de colocar essas pessoas no mesmo patamar de concorrência. A desigualdade no Brasil abrange o âmbito econômico, social e, principalmente, o da educação e das oportunidades. Negros e pardos representam 53,6% de toda a população brasileira e, mesmo sendo maioria, está numa minoria de espaços considerados importantes, como chefias de empresas e outros cargos de relevância social. Apenas 12% da população preta e 13% da parda têm ensino superior. Entre os brancos, o número é 31%. A diferença no nível de escolaridade se reflete também na renda. Conforme dados de 2015 do IBGE, o salário da população preta e parda equivale a 59,2% da população branca. Em se tratando da mulher negra: seu salário equivale a 35% ao de um homem branco, segundo dados do PNAD 2014. O quadro da desigualdade social entre negros e brancos ocorre em função dessa diferença de oportunidades. Essa questão porém, está historicamente relacionada à escravidão. Nota: alguns dos argumentos são utilizadospela pesquisadora na área de Filosofia Política e secretária-adjunta da Secretaria de Direitos Humanos e Cidadania de São Paulo, negra, Dijamila Ribeiro. Carla Mereles Estudante de Jornalismo @flaviobarros_psi @flaviobarros.black @beleza_poder_negro @poder_black @negrosblackpw @cachosecresposm @projeto_africaniza @move.black 📽🎬🤳🏾      

 image by Flavio Barros (@flaviobarros.psi) with caption : "O Brasil tem a maior população negra fora da África e a 
segunda maior do planeta. A Nigéria, com uma população 
estimad" - 1908338539290168816
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O Brasil tem a maior população negra fora da África e a segunda maior do planeta. A Nigéria, com uma população estimada de oitenta e cinco milhões, é o único país do mundo com uma população negra maior que a brasileira. E cadê a representatividade? Dicotômico isso não? Nunca pararam para pensar o motivo da falta de representação cultural negra em muitas esferas sociais, em um país que assume o segundo lugar em população negra? O que está por detrás disso tudo? Certa vez apresentei uma foto para uma colega de trabalho, a fim de apresentá-la a presidente de uma instituição e a representante dos Recursos Humanos, uma tinha pela clara e a outra escura. Quando disse que a pessoa de pele escura era a presidente, no automático ela respondeu: Pensei que fosse a outra. O que isso te remete? Tem como negar? Acho que parar de fingir que isso não existe não ajuda a mudar, mas será que no fundo você deseja que isso mude? Pensemos🤔🤔🤔 Racismo não, racismo nunca. Representatividade sim, representatividade sempre. @flaviobarros_psi @flaviobarros.black @beleza_poder_negro @poder_black @negrosblackpw @cachosecresposm @projeto_africaniza @move.black 📽🎬🤳🏾      

 image by Flavio Barros (@flaviobarros.psi) with caption : "Para começo de conversa, vale explicar que o dia (20) e mês (novembro) da Consciência Negra só é polêmico, problemático " - 1908313993896181502
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Para começo de conversa, vale explicar que o dia (20) e mês (novembro) da Consciência Negra só é polêmico, problemático ou duvidoso para quem se sente desconfortável em assumir que vive em um dos mais racistas dos países. E também para quem está cheio de privilégios e com resistência em assumi-los. Por Marcelo Moreira de Jesus via Guest Post para o Portal Geledés Pois é. O mito da democracia racial ainda impede que exaltemos nossos heróis e heroínas negras porque, afinal de contas, “estamos em um país miscigenado”, onde “não existe dia da consciência branca”, onde “”, onde “não existem raças, somos todos humanos”, e onde “a miscigenação é nosso grande tesouro nacional” e bla, bla, bla… Bullshit! O Brasil ainda é um pais onde quem mais sofre com o machismo é a mulher negra, onde quem mais sofre com a violência policial é o homem negro, onde quem mais sofre com a hipersexualizaçao é o corpo negro, onde quem mais sofre xenofobia é o/a imigrante negro/a, onde quem mais sofre agressão racista é o povo preto. Então, para entender e respeitar o importante mês da consciência negra, primeiro precisamos (AINDA!!) ser didáticos e apresentar esta triste realidade brasileira. Junto a tal triste realidade, faço questão de apresentar diversos grupos de ativistas a favor de cotas raciais nas universidades, grupos contra o genocídio da população jovem negra e periférica, coletivos contra o racismo institucional, projetos por maior visibilidade negra nos meios de comunicação e nas redes, etc, etc… Não vai ser qualquer um que vai nos silenciar com o discurso fajuto e hipócrita do “SOMOS TODOS IGUAIS”. Não somos iguais e todos sabemos disso. No dia em que veremos negros formados nas faculdades na mesma proporção que brancos, quando tivermos maioria negras assumindo posições de poder, quando o negro não for mais destaque do genocídio, quando a pobreza, a fome, a falta de educação não forem mais pautas da população negra periférica, quando punirmos os covardes que cometem crimes de racismo, quando valorizarmos as culturas africanas… Ai SIM, cara pálida: Aí falaremos da “consciência humana” @negrosinvisiveis www.geledes.org.br/o-polemico-mes-da-consciencianegra